
Em 1944, Hiroo Onoda (1922-2014), oficial do Exército Imperial japonês, foi enviado à ilha de Lubang, nas Filipinas. A sua missão: fazer os possíveis, com os seus homens, para dificultar ataques inimigos à ilha. Obrigatório: que se mantivesse vivo. Proibido: que se rendesse. A promessa: haveriam de o resgatar custasse o que custasse. A maioria das tropas japonesas morreu entretanto ou foi capturada por forças americanas. Onoda e os seus homens esconderam-se na selva e o grupo foi-se extinguindo ao longo dos anos. Onoda acabou sozinho nas montanhas durante 29 anos, sem nunca ter sabido que a guerra acabara e que o Imperador se rendera.











